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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

Taxistas de São Paulo, uma massa inerte?

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*Carlos Laia Considerações sobre questões que envolve a categoria dos taxistas autônomos de São Paulo

O Brasil nasceu sob o signo da Cruz de Cristo e se tornou - graças aos valorosos Bandeirantes - um pais continente, seu povo foi se amalgamando pela miscigenação entre índios, brancos e negros formando um povo heterogêneo e com uma diversidade na cultura e costumes jamis vista em outras nações, e principalmente nasceu um povo pacifico e ordeiro que soube trabalhar para construir esta grande nação.

O Brasil de Pedro Alvares Cabral que tinha como emblema nas suas caravelas a Cruz de Cristo, e que como primeiro ato oficial na nova terra mandou celebrar a Santa Missa, esse mesmo Brasil atravessa hoje um momento critico, suas instituições esta tomada por homens públicos inescrupulosos que colocou acima dos deveres de estado os seus próprios interesses.

Taxista, você tem um revolver ai?

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Foi numa manhã de sexta-feira que me aconteceu uma das mais inusitadas histórias que vivi no meu táxi. Ia eu pela avenida Brás Leme quando uma pessoa fez sinal para eu parar, pensei, - estou com sorte. Ela embarcou e disse para seguir em frente. Era um mulher morena razoavelmente bonita, estava um tanto ansiosa, - percebi pela forma que esfregava as mãos e fala consigo mesma. Nada falou comigo até chegar na Marginal Tietê, onde seguimos no sentido do cebolão começou fazer um monte de perguntas sem parar:

Com ferro foi ferida

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Convido-os a ler o artigo de Dora Kramer, publicado no jornal O Estado de S. Paulo(10.Fev.2015), intitulado Com ferro foi ferida:
A notícia de que a perplexidade tomou conta do Palácio do Planalto com a derrocada dos índices de popularidade e confiabilidade da presidente da República é prima irmã daquela irritabilidade que recai sobre a pessoa de Dilma Rousseff quando algum fato tem repercussão negativa na opinião pública.Ambas são versões oficiais destinadas a criar um espaço de prudente (embora falsa) distância entre ela e a má nova. Ou velha, tanto faz. Algum ato de governo pegou mal? “Dilma ficou muito irritada”, avisa a assessoria.O brasileiro não gostou de constatar que Dilma mentiu na campanha eleitoral a respeito de rigorosamente todos os principais temas em debate com os oponentes? Mais que depressa o departamento de propaganda do governo informa que foi um choque para ela saber disso.

Taxista não gosta de política, mas deveria

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*Carlos laia Para nos unir, primeiro devemos mudar o que nos faz uma categoria desunida

É muito comum ouvi alguém dizer - "eu não gosto de política"- isso pode ser até justificado e compreensivo devido a situação política brasileira, mas nós devemos separar a política dos políticos, a realidade é que na nossa vida no dia a dia estamos sempre fazendo política, a política que me refiro são as práticas para bem ser viver em sociedade.

Ponto de táxi, exemplo de uma sociedade organica

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*Carlos laia
Na sociedade há diversos grupos que podem contribuir com o desenvolvimento do conjunto se destacando por sua atitude e exemplos, nada é mais eficaz em uma categoria profissional para que seu conjunto funcione harmonicamente quando há homens e mulheres que se destacam por seu profissionalismo e dedicação junto aos seus colegas e familiares. 
Se observamos no nosso meio veremos com clareza que há sempre alguns que se destacam, seja por um ato de grande vulto ou um simples exemplo de cordialidade , amizade ou até mesmo da forma com que desenvolve com esmerada dedicação suas obrigações. As conseqüências no conjunto não é - na maioria das vezes - percebida pelo individuo que a pratica com desprendimento, mas, o reflexo de um bom exemplo pode dar um novo animo para alguém que por motivos diversos esteja meio sonolento em relação a sua participação no grupo, seja uma associação com objetivos definidos ou uma categoria que se destaca no conjunto da sociedade.

Como fazer corridas no Aplicativo EazyTaxi 2

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O taxista é reaça? Seja mais que ele

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O que é defender barbaridades? Ter opinião formada? Será discorda de uma minoria que quer impor, estes sim, barbaridades a maioria da população brasileira? É o que vemos nas manifestações legítimas, sinceras e espontâneas  da maioria da população sobre os acontecimentos recentes, seja  na política, economia e na sociedade em geral. O artigo abaixo reproduz   exatamente o que pensa a maioria dos brasileiros, de um lado os falsas direitas defensores da dialogo e de outro o tipico brasileiro trabalhador responsável, pai de família, um cidadão.  Não sei quem é esse Sakamoto, mas, com certeza há muitos sakamotos que perderam o bonde da história e ainda deseja a utopia igualitária já comprovada impossível onde se impor pela força tão quimera.